sábado, 27 de outubro de 2012

Tchandala mais uma vez na programação da Com40 Radio (29/10 até 05/11)

O programa Olho Roxo, que faz parte da grade de programação da nova parceira da MS Metal Press, a rádio Com40, irá destacar na sua próxima edição, dia 03 de novembro (sábado), das 13h00 às 14h00, os novos singles das bandas Vociferatus, DarkTower, Mork, Wako, Lacerated and Carbonized e Torqverem. Os novos singles de outras nove bandas serão transmitidos através do play list do veículo, a partir do próximo dia 29 de outubro, com término programado para o dia 05 de novembro. Empürios: Invisible Man – Cyclings (2011) Scrok: Devastation – Devastation (2011) Savage Rage: Savage Rage – Savage Rage (2012) Dancing Flame: Sleepless Nights – Dancing Flame (2009) DarkSmile: Storm After Death – Seeds (2012) Aphroditte: Suspended Garden – Third Prelude (2012) Tchandala: One Billion Lights – Fear of Time (2012) Para mais informações sobre as atividades da rádio Com40, basta entrar em contato com o radialista Claudio Anjo através do e-mail claudioanjo@com40.com.br.

1º METAL DESTRUCTION - Resenhado pelo TRINCHEIRA

Primeiro Metal Destruction, esse foi o nome adotado para o festival que aconteceu no ultimo dia 13 na cidade de Boquim-SE. Boquim fica a mais ou menos 80 km da capital sergipana. E com muita dedicação e estratégia os organizadores do festival conseguiram fazer com que Bangers de todas as regiões marcassem presença. A galera compareceu em peso e com muita vontade de bater cabeça. No evento que de longe se tornou um marco no que diz respeito ao interior. Como citado anteriormente à organização fez de tudo para que tudo corresse na maior tranquilidade e nos conformes. Uma coisa que chamou bastante atenção foi à atenção dos organizadores para com tudo e com todos. As bandas tiveram um local “reservado”, para eles, para supostas entrevistas e fotos com a imprensa e com os fãs. E nós da imprensa fomos tratados com muito respeito também. Só temos que agradecer. Toda essa preocupação com o bem estar geral do festival só me vem na cabeça uma coisa; “Por que diabos a capital anda tão parada, porque não existem mais, “Jr’s. Kaveira”, “Helber’s”, “Lucian’s”, “Plinio’s” e etc.; por ai?” Por onde andam os caras que na época lutavam pela cena da nossa capital? Será que agora apenas eventos que trazem “milhões de bandas ocas e sem fundamento”, pelo fato dessa ser mais uma banda que esta “tentando” decolar, ou eventos que premiam o melhor “cover” é que vale a pena? Bons músicos estão totalmente dispersos e na ilusão de ganhar prêmios em eventos desse tipo, estão deixando de criar e desperdiçam todo seu tempo em copiar músicas de bandas que se não estão no “Mainstream”; já acabaram há muito tempo. Sem mais delongas e sem tentar entender o paradeiro de todos aqueles eventos que outrora aconteciam na capital, vamos viver nosso momento de ascensão, onde festivais vêm acontecendo periodicamente, onde bandas qualificadíssimas de nosso estado e de estados vizinhos enchem nossos olhos e ouvidos e nos fazem felizes por dias lembrando-se “daquele” festival e nesse caso do 1º Metal Destruction. O Trincheira estava lá marcando presença. E claro tudo nos surpreendeu muito, chegamos à cidade por volta das 20h30min. A movimentação ao redor do “Espaço Multe Eventos” já estava intensa com muitos bangers lotando os bares e um posto que fica próximo ao local. Como a cidade é no interior, os curiosos (inevitáveis), já ajudavam a movimentar o perímetro, olhando confusos e ao mesmo tempo fascinados com todas aquelas pessoas que em sua maioria trajava de preto. Eu já conhecia o espaço, a uns dois ou três anos toquei por lá com uma banda de Blues, mas na ocasião a organização foi totalmente diferente, um desrespeito assim dizendo para com todos os músicos e bangers que ali compareceram. Para nós que fizemos um som mais “simplificado” o equipamento que nos foi cedido era o suficiente, mas para as demais foi bem difícil lidar com a qualidade péssima do som. Dessa vez o JhonLucian e o Helber, ambos organizadores fizeram questão de procurar um som com no mínimo, creio eu, do solicitado pelas bandas. A qualidade tanto no palco quanto para a platéia estava ótima. O local parece uma quadra de futsal, o telhado do lugar é uma cobertura de zinco muito alta o que provoca um eco muito grande, tendo uma acústica difícil de ser equalizada, mas graças à qualidade do som isso não pôde ser considerado um problema. Com mais ou menos uma hora de atraso o festival inicia, e não poderia ter começado melhor, a abertura do festival ficou a cargo da banda de Itabaianinha-SE, Corpsy, um power trio formado por: Marcelo Lima (Voz e guitarra), KledsonPriester (bateria) e Vinicius (Baixo),os caras fazem um DeathMetal técnico muito bem feito, mesclado com muitos elementos do Heavy tradicional e do Power Metal. Eles conseguem fazer um som muito complexo sem deixar lacunas e tudo isso executado com muita competência. Tocar Death Metal já é muito difícil, ainda com tantas mesclas e com apenas três pessoas é no mínimo muita ousadia eu diria assim. Fomos agraciados com musicas autorais e com alguns covers, por sinal muito bem executados e que fizeram os bangers irem ao delírio. É muito difícil à primeira banda de um festival local ter a aclamação que a Corpsy teve, eles estavam inspirados e acabaram passando aquela energia pra todo o público, e é assim que tem que ser. E não subir no palco se achando os “bambambans do Metal”. Carisma, humildade e simplicidade juntamente com muita técnica foram o que marcou o show da Corpsy. Sem muito atraso logo após a Corpsy quem sobe ao palco é a Tchandala, umas das principais bandas de Metal do nosso estado. Representantes fiéis, que há 15 anos estão na incessante luta pelo Rock/Metal. A Tchandala que há poucos meses também tocou em Paripiranga-BA, lançando por lá o seu single “One Billion Lights”. O single trás a música “One Billion light”, que por sinal é muito bem acabada e possui uma linha de metal melódico. A quem diga que a musica já é um “hit” da banda e que sem duvida não pode faltar em nenhum ao vivo. Em Boquim a banda tocou na integra o seu também recém lançado álbum: “Fear of Time”, mais precisamente em Setembro pelo selo da MS Metal Records. O show foi muito bom, essa fase da Tchandala tem sido um marco tanto pra banda como para os fãs, em todos os termos. Dejair (vocal) esta em sua melhor fase, explorando mais e sabendo impor os limites de sua voz, a presença de palco é indiscutível, o cara sabe interagir com o público, cativa pra caramba. O Sandro (baixo) como sempre com seus movimentos “Trues”, alá Joey Demaio (Manowar), agrada a todos e faz com que todo mundo pense diferente em relação aos baixistas “paradões” de outras bandas, o cara além de mandar muito bem nos graves, manja em presença de palco. Pablo Rubino (Bateria), o canhotinho, toca muito e dispensa comentários, a linha de bateria das novas músicas está muito bem elaboradas, competência pura, tudo bem audível como a batera tem que ser. Sobre o Thamise (guitarra), tiveram solos que vou confessar deu pra arrepiar, um exemplo de solo muito bem feito e com muita emoção foi o executado antes da esmagadora “One Billion Lights”. Sobre o Tony Souza, todo mundo reclamava e sempre ouvir falar que o teclado era muito exagerado nas antigas músicas do Tchandala, mas de alguns tempos pra cá a coisa começou a ficar mais sutil e muito mais madura, essa “sutileza” criativa, diria assim, veio junto com o crescimento geral da banda, o teclado esta muito mais interessante, ousando mais, porém com mais cautela. Eu poderia dizer que aTchandala esta pronta para o que der e vier. As músicas tocadas foram: FEAR OF TIME, BEYOND THE POWER, THE VISION OF A BLIND MAN, ENEMY OF MANKIND, THE END OF LIFE, ANGEL, REVENGE e ONE BILLION LIGHTS. A terceira banda da noite foi a Rage Steel banda formada de uma mescla entre músicos da cidade baiana de Paripiranga e a cidade sergipana de Lagarto. Conta em sua formação com Junior Kaveira (guitarra), Marcelo Pacheco (Guitarra), Allan Carvalho (vocal), Ivo Leonardo (baixo) e Wagner Carvalho (bateria). Eu diria que a principal banda ou a que melhor representa a cena da região hoje é a RS, a banda vem ganhando uma autonomia muito grande além de tecnicamente estar sempre evoluindo. Sim é uma banda que ainda em seu setlist trás muitos e bons covers. Mas vem se esforçando bastante na produção e criação de suas composições, e um exemplo disso foi a muito bem executada “Releasing you Rage”, música que em seu contexto trás inspirações desde Testament ao Pantera. A tendência que a banda esta seguindo é bem visível, eles seguem muito bem o Thrash Metal da “BayArea”. Tanto nos covers quanto em suas músicas próprias. E o repertorio da noite não foi diferente, foi recheado de clássicos do Thrash que fizeram a galera ensandecer na roda e no mosh Pit. As músicas foram: Creeping Death (Metallica), Domination (Pantera), Bonded by blood (Exodus), Paranoid (Black Sabbath) ,Releasing your Rage (autoral), Black List (Exodus), Mouth For War (Pantera), Independent (Sacred Reich), Seek and Destroy (Metallica), Master of Pupets (Metallica), For Whom the Bell Tolls (Metallica), Raining Blood (Slayer). A banda esta em uma fase de crescimento onde qualquer deslize pode estragar todo o trabalho suado de todos esses anos de luta, então firmeza nas ideias e pés no chão, assim a banda conseguira resultados bons de verdade, não à ilusão de ser Rock Star da noite pro dia lançando um single ou uma “demo” de qualidade “vagabunda” e tentando se auto afirmar só por que lançou algo. Steeltrigger foi à quarta banda da noite. Banda de Feira de Santana-BA que por ventura tivemos a oportunidade de conhecer no festival 7º Boqueirão em Cicero Dantas-BA, no inicio desse ano. A banda segue um estilo Heavy Metal tradicional inspirado visivelmente pelo Judas Priest (fase Painkiller). O desempenho de palco, vestuário, simplicidade, humildade os caras tem de sobra, tocaram apenas dois covers que foram; “Metal Gods” do Judas Priest e Man On The Edge (Iron Maiden). O restante das músicas foram todas autorais: Baseball Furies, Gammercy Riffs,Under Heavy Fire, Turnbull Ac’s, Brothers Of Heavy Metal, In Metal We Trust, Rogues, Death Of Cyrus e Warriors. A banda conta em sua formação com: Diego Krugger (vocal), Alexandre Damas (guitarra), Robert DomMock (baixo), Paulo Sérgio (bateria) e Arnaldo Alves (guitarra). Recentemente a banda lançou sua demo “Under Heavy Fire” e já esta correndo para lançar o álbum conceitual que se chamará “Heart Of The Streets”, baseado na historia do filme “Warrios os selvagens da noite”. Fica bem visível a criatividade e esforço da banda, mas ainda ha quem diga que esta faltando alguma coisa. Só nos resta esperar e acreditar no trabalho deles, e que encontrem o “Q” que esta faltando. Oriundos de Lagarto-SE, a banda Tribal Engine que recentemente lançara sua demo, começando a passagem de som lá pelas 3h:30min a.m com a música “Stand alone” tirada do álbum Some thing wicked this way comes (ICED EARTH, maior influencia do grupo), que levantou o público presente, depois de 4 ótimas apresentações anteriores, das seguintes bandas: (Corpsy, Tchandala, Rage Steel e a Steel Trigger), assim então, prosseguiram o set list com: Rain of fire (música autoral), power metal bem executado! Logo em seguida “Phobia” do Kreator, tirada do álbum “Outcast”, não muito aclamado pelos fãs mais antigos da banda alemã, a próxima foi “Desertrain” tirada do segundo álbum também do (ICED EARTH) “Night of the Storm rider”. Mandaram mais uma das próprias: “Until the end”, que fora seguida por covers do Nevermore e Mercyful Fate: “Inside Four walls” e “The uninvited guest”, respectivamente, no momento mais suave do show, rolou “Watching over me” também tirada do álbum “Something wicked this way comes” (ICED EARTH). Voltando ao trabalho dos caras, tocaram o petardo “Syndicate of hate” e “Tribal roots”, músicas que demonstraram a proposta musical da banda! Seguidas da clássica “Territory” dos mineiros do Sepultura! Havíamos chegado à reta final do evento com mais um trabalho deles: “Suddenanomy”, e o clássico do Kreator faixa título do álbum: “Violent revolution”, pra encerrar a noite com muita adrenalina. A banda conta em sua formação com; AlannDarkman (Vocal), Rodrigo Bonffin (Guitarra), Diego Karsvolin (Bateria), Carlos Enrique (Guitarra) e Clécio Reis (Baixo). Enfim, quem pôde ficar ate o final do evento, saiu de lá satisfeito, não somente pelo show da Tribal, mas por todo o festival. A única nota negativa foi a desistência de ultima hora da banda Slavery que não pôde marcar presença por motivos internos da própria banda. No mais o evento foi o melhor que se pode imaginar. Que venham outros. Resenha e fotografias por Aldo Dultra com exceção das duas ultimas fotos Revisão e Edição por Elisio Cristovão Agradecimento especial a Danilo Reis por contribuir conosco na parte da resenha sobre a banda Tribal Engine, toda a parte direcionada a banda ficou a seu cargo. FONTE: http://trincheirarockmetal.com.br/2012/10/22/1%C2%BA-metal-destruction-resenha/

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Tchandala é capa da revista eletrônica ROBERT ROCK

A quinta edição da revista eletrônica Robert Rock tem a banda Tchandala em sua capa. Você pode conferir ainda a entrevista com o nosso vocalista Dejair Benjamim, além de uma divertida história em quadrinhos com personagens da banda. A revista pode ser acessada nesse link: http://robertrock.wix.com/revista05

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Resenha do "Fear of Time" no Trincheira - Por Elisio Cristóvão

A ideia do programa “TRINCHEIRA” nasceu numa mesa e entre amigos, com a junção de ideias de Aldo Dultra e Elisio Cristovão o sonho tornou-se realidade. Há alguns anos antes Aldo Dultra teria tentado sem muito sucesso criar uma radio online, onde a programação seria semelhante, mas sem a presença de um locutor ou apresentador. Em meados de Julho de 2011 a ideia estava amadurecida e ao conversar com Elisio que também teria pensando nessa possibilidade de criar um programa de radio às ideias se encontraram, estava ali firmada a ideia de ter um programa, mas por onde iriamos transmitir e qual seria o nome? “Foi ai que uma peça-chave que estava na mesma mesa que nós, chamada José Simões (Tulio), nos deu uma força ao ouvir e ler nosso projeto e nesse mesmo dia empolgados decidimos que o nome do programa seria TRINCHEIRA”. Alguns meses depois Tulio nos apresentou a radio Juventude FM, passamos nosso projeto pra o diretor geral da Radio, Aloísio Santos Andrade (prefeitinho), o mesmo gostou da nossa iniciativa e da proposta diferenciada para atingir um publico diferente que é o publico Rock n’ Roll, uma proposta até então nunca apresentada pra ele. Então o Trincheira firma-se como um programa relacionado a o estilo musical Rock e suas verdadeiras vertentes tais como Hard Rock, Heavy Metal, Thrash Metal, Death Metal e etc. Nele traremos à tona a força desse estilo musical que atravessa gerações e nunca perde sua força, juntando culturas por amor a musica. Novidades sobre as suas bandas favoritas, curiosidades, entrevistas com personalidades do meio e com as bandas da região, promoções, cobertura de eventos e muito mais. E como nossa principal ferramenta o site tem uma área dedicada para publicidade de nossos parceiros e apoiadores. O programa é transmitido pela 104,9 Juventude FM Comunitaria, todos os sábados das 20h00min as 00h00min ou aqui no site.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

TCHANDALA invade a Espanha

O Single One Billion Lights que faz parte do CD "Fear of Time (2012)" recém lançado no Brasil pela MS Metal Records, fará parte da programação mega especial da Wolf Hound Metal Radio, a partir do dia 08 de outubro, com término programado para o dia 15 do mesmo mês. Para mais informações sobre as atividades da Wolf Hound Metal Radio, basta entrar em contato com o apresentador DJ Einsam Vuk através do e-mail music@wolfhoundmetalradio.org .

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Review: Tchandala - One Billion Lights - Por Pedro Humangous

O Metal brasileiro está em forte ascensão e não para de nos apresentar ótimas e novas bandas. O Tchandala disponibilizou o single “One Billion Lights” como prévia do primeiro full lenght, “Fear Of Time”, previsto ainda pra esse ano. E o que esperar desse lançamento? O grupo formado por Dejair Benjamim (vocais), Thamise Ducci (guitarras), Tony Souza (teclados), Sandro Souza (baixo) e Pablo Rubino (bateria), nos apresenta um som mais tradicional, um Melodic Power com a cadência e elegância do Hard Rock. Riffs imponentes e marcantes, seguidos de perto por teclados empolgantes e muito bem encaixados. O destaque do instrumental fica por conta das linhas de baixo, muito bem trabalhadas e audíveis. O vocal é bem legal e dá conta do recado tranquilamente, principalmente por estar acompanhado de excelentes backing vocals. Poderia se arriscar um pouco mais em alguns momentos e usar aqueles leves rasgados, puxando pro rouco. A introdução de “One Billion Lights” lembra bastante as guitarras do Primal Fear e os teclados, em certos momentos, lembram o Stratovarius. Porém, o jeito de compor é mais comportado, lembrando alguma coisa de Jorn. O refrão demora a sair da cabeça. A mistura ficou bem interessante e com características próprias. O single é muito bom e nos deixa curiosos pelo que vem pela frente. O solo musical brasileiro está fértil e a semente foi plantada. Está na hora de colher os frutos! Nota: 8,0 Fonte: http://helldivine.blogspot.com.br/2012/10/review-tchandala-one-billion-lights.html

Resenha do Single no Metal Samsara - Por Marcos Garcia

Moçada, que surpresa que tivemos aos ouvir este belíssimo Single! O TCHANDALA é uma banda ótima, vinda de Aracaju, Sergipe, e que sabe fazer um Metal Tradicional bem trabalhado e elegante, pesado e vigoroso sempre, com ótimas vocalizações, riffs de guitarra pesados e bem empolgantes, teclados muito bem encaixados, baixo e bateria segurando uma base rítmica forte, pesada e bem variada, e tudo isso em uma sonoridade que, mesmo não sendo algo inovador, tem méritos, e como tem! Produção sonora em um nível muito bom, deixando que cada instrumento esteja bem evidente e pesado sem se embolarem, o que abrilhanta o som do quinteto. A arte, feita por Ale Alcântara (que já fez trabalhos para WARLORD, KARNEKRUA, ALAPADA, entre outros) é muito bonita e bem feita. 'One Billion Lights' é uma faixa empolgante, com um andamento moderado, pesado e intenso, com vocais ótimos, que sabem pegar suave e agressivo quando necessário, riffs bem trabalhados nos melhores moldes do Metal Tradicional 'Made in Europe', e um refrão absurdamente ganchudo, que se ouve uma vez e se sai cantarolando em seguida, baixo vibrante e técnico, e bateria para lá de apresentando uma técnica muito boa. Se em um Single eles já fazem isso, imaginem quando chegar o Debut da banda, 'Fear of Time', que deve estar quase saindo... Não é à toa que já tocaram com nomes como ANGRA, ANDRALLS, VIPER, KRISIUN, DOMINUS PRAELLI, VIOLATOR e BLAZE BAYLEY. Fonte: http://metalsamsara.blogspot.com/2012/10/tchandala-one-billion-lights-single.html

TCHANDALA: lançado no Brasil o álbum “Fear of Time”

A banda TCHANDALA confirmou recentemente que o seu novo álbum, intitulado “Fear of Time”, já se encontra disponível para compra. “Fear of Time” foi lançado no mercado brasileiro através da MS Metal Records, no mês de setembro de 2012. O trabalho foi registrado no Elite Studio em Aracaju (Sergipe), contou com o trabalho do engenheiro de som André Franzon e sua mixagem e masterização foram conduzidas por Marcos Franco e Victor Mattos, no Revolusom Studios, em Salvador (Bahia). Para adquirir uma cópia do novo álbum da TCHANDALA, basta entrar em contato com o grupo através do e-mail dbenjamim@gmail.com. Para mais informações sobre as atividades da banda TCHANDALA e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.